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quarta-feira, 4 de maio de 2011

TERAPIA DO ELOGIO Arthur Nogueira (Psicólogo)



Terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram numa recente
pesquisa que os membros das famílias  estão cada vez mais frios, mais
distantes,  o carinho é cada vez menos, não se valorizam as
qualidades, facilmente se ouvem críticas.

As pessoas estão cada vez mais intolerantes e desgastam-se na
valorização dos defeitos dos outros.

Por isso, as relações de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias. Não
vemos mais os homens a elogiar as suas mulheres ou vice-versa, não
vemos os chefes a elogiar o trabalho de seus subordinados, não vemos
mais pais e filhos e os irmãos a elogiar-se; etc.

Só vemos futilidades:  valorizam-se artistas, cantores, jogadores,
pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por
consequência, são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do
rosto, das aparências.

A ausência de elogio afecta muito as pessoas e as famílias.

Há falta de diálogo nos lares.  O orgulho e a agitação da vida impede
que as pessoas digam o que sentem.

Depois despejam-se essas carências nos consultórios.

Acabam-se casamentos, alguns procurando noutra pessoa o que não
conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar as nossas famílias, os nossos amigos,os
nossos irmãos, alunos ou  subordinados.

Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza do
parceiro ou parceira, o comportamento de nossos filhos.

O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho fica feliz
por ser louvado, o pai e a boa mãe sentem-se bem ao serem amados e
amparados.

O amigo quer  sentir-se querido.

Vivemos numa sociedade em que cada um precisa do outro; é impossível
uma pessoa viver sozinha e sentir-se feliz. Os elogios são forte
motivação na vida de cada um.

Quantas pessoas posso fazer hoje feliz elogiando-as de alguma forma?
Começa agora!

Eu começo!
Você é muito especial e com certeza o mundo é mais bonito por você existir!

“Há dois tipos de pessoas: as que fazem as coisas e as que ficam com os louros. Procure ficar no primeiro grupo: há menos competição por lá”.(Indira Gandhi)

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